UM MANUSCRITO DE MOBY DICK
A ênfase nesta declaração é a chave para resolver as dificuldades aparentes na última frase das notas no volume de Shakespeare:
“It & right reason extremes of one, —not the (black art) Goetic but Theurgic magic- seeks converse with the Intelligence, Power, the Angel.”
Considerei “it” para referir a “loucura” da frase precedente. “Right reason”, menos familiar no século XX, significava mais no século anterior, pois para a terminologia de Kant-Coleridge, (…)
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Dick
Philip K. Dick (1928-1982)
Matérias
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Melville – Moby Dick - Notas Finais
23 de julho de 2024, por Murilo Cardoso de Castro -
Melville (Moby Dick) – Acab
23 de julho de 2024, por Murilo Cardoso de CastroUM MANUSCRITO DE MOBY DICK
A mudança na forma das palavras da nota para o romance é de extrema significação. Não é por economia de frase. A remoção do Cristo e do Espírito Santo ─ “Filli et Spiritus Sancti” ─ é um ato mecânico espelhando o imaginativo. Por necessidade, do mundo de Acab, ambos, o Cristo e o Espírito Santo, estão ausentes. Acab se move e tem seu ser em um mundo para o qual Eles e o que Eles importam são hostis: lembre, Acab lutou uma rixa mortal com um espanhol diante do (…) -
Philip K. Dick – Ubik, considerações
9 de julho, por Murilo Cardoso de Castro1974–1976
[4:1] Em Ubik, a força propulsora do tempo (ou a força do tempo expressa como um campo érgico) cessou. Todas as mudanças resultam disso. As formas regridem. O substrato é revelado. O resfriamento (entropia) é permitido avançar sem impedimentos. O equilíbrio é afetado pelo desaparecimento da força do tempo que move para frente. A estrutura básica, por assim dizer, do mundo, nosso mundo, é revelada. Vemos o Logos dirigindo-se às muitas entidades vivas.* Auxiliando e (…) -
Herman Melville — Um Manuscrito de Moby Dick
23 de julho de 2024, por Murilo Cardoso de CastroPrimeira edição em 1947 desse reconhecido clássico da crítica literária americana que explora as influências — especialmente as de Shakespeare — nos escritos de Melville de “Moby-Dick”. Um dos primeiros estudiosos de Melville a levar adiante, desde que se tornou conhecida, a "teoria de 2 Moby-Dicks," Olson demonstra que existiram 2 versões de Moby-Dick, e que a leitura de “King Lear” por Melville pela primeira vez entre a primeira e segunda versões do livro teve profundo impacto na concepção (…)