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2. Odisseu

CAMPBELL, Joseph. Mythic worlds, modern words: on the art of James Joyce. Edited by Edmund L. Epstein. Novato: Joseph Campbell Foundation: New World Library, 2003

II. Os Capítulos de Odisseu: Introdução

Os doze capítulos centrais de “Ulisses” são dedicados às aventuras de Leopold Bloom, um homem gentil, generoso e compassivo que, ao contrário de Stephen (que se autoexcluiu da sociedade), é excluído pelos outros por ser considerado judeu em Dublin, e que vagueia pela cidade tentando não pensar no encontro que sua esposa Molly terá com seu amante Blazes Boylan.

  • Bloom é um coletor de anúncios, não agressivo, que tem uma filha (Milly, que acabou de completar quinze anos) e teve um filho (Rudy) que morreu aos onze dias de vida, o que interrompeu a vida sexual ativa do casal.
  • Molly Bloom (Penélope) é uma cantora de corpo avantajado, e Bloom sabe que ela passará o dia na cama com seu empresário Blazes Boylan (o pretendente), enquanto ele vaga pela cidade.
  • Bloom mantém uma correspondência secreta com uma jovem sob o pseudônimo de Henry Flower (a flor é a mesma “Bloom”), e tem em seu quarto um quadro de “O Banho da Ninféia” (uma figura pin-up) sobre a cama, que representa seu ideal feminino inatingível.

Calipso

No capítulo “Calypso”, Bloom prepara o café da manhã para Molly (que fica na cama, como a ninfa Calypso na ilha), ele come um rim de porco (em vez dos ovos dos homens da torre, mostrando-se em contato com o ritmo da natureza), e a filha Milly (sua “Pequena Lua”) escreve uma carta mencionando a música de Blazes Boylan, lembrando-o novamente do adultério iminente.

  • Bloom sai de casa para comprar o rim de porco em um açougue judeu (Dlugacz), deixando a porta apenas encostada (sem chave) para simular que está trancada, e veste preto por causa do funeral de Paddy Dignam (assim como Stephen veste luto pela mãe).
  • A carta de Milly (“Dearest Papli”) agradece o presente de aniversário, conta sobre um piquenique, menciona um “jovem estudante” que canta a música de Boylan (“Those seaside girls”) e termina com “Tell him silly Milly sends my best respects” (uma referência direta a Blazes Boylan).
  • A cena doméstica mostra Bloom observando a “massa” (bulk) de Molly na cama (“between her large soft bulbs, sloping within her nightdress like a shegoat’s udder”) e confirmando que o bilhete de “Molly” é de Boylan, que está trazendo o programa da turnê.

Lotus-Eaters

No capítulo “Lotófagos”, Bloom retira uma carta de sua correspondente secreta Martha (sob o nome de Henry Flower) na agência dos correios, saboreia a fantasia de um caso com uma ninfa invisível (a mulher do quadro), e depois entra em uma igreja católica, onde observa a comunhão e a compara mentalmente ao canibalismo do “Corpus” (“corpse”).

  • A carta de Martha pede para Henry não enviar mais selos (stamps), quer saber o significado de uma palavra (“the real meaning of that word”), pergunta que perfume a esposa de Henry usa, e é assinada com beijos “XXXX”.
  • Bloom rasga o envelope e o joga no ralo do esgoto, mas guarda a flor amarela (um símbolo de engano) no bolso do peito, e pensa que “nothing ever comes of this sort of thing”.
  • Na igreja, ele observa o padre dando a comunhão (“Shut your eyes and open your mouth. What? Corpus: body. Corpse. Rum idea: eating bits of a corpse. Why the cannibals cotton to it.”), associando a eucaristia ao lótus da Odisseia.
  • Bloom encontra Bantam Lyons e lhe oferece o jornal (“I was just going to throw it away”), e Lyons interpreta a frase como uma dica para apostar no cavalo “Throwaway” (que vencerá a corrida, causando problemas para Bloom mais tarde).

Hades

No capítulo “Hades”, Bloom participa do enterro de Paddy Dignam no cemitério, viajando na carruagem com Simon Dedalus (pai de Stephen), e reflete sobre a morte do filho Rudy (“If little Rudy had lived. See him grow up. Hear his voice in the house. Walking beside Molly in an Eton suit. My son.”) enquanto o cortejo passa por Blazes Boylan.

  • Simon Dedalus pergunta a Bloom sobre o filho Stephen (“Your son and heir”), e Bloom responde que o viu sozinho na praia (“He was alone”).
  • No cemitério, Bloom pensa sobre a vaidade dos túmulos e a inevitabilidade da decomposição, e observa um rato (“a rat got into my bedroom last night”) como símbolo da morte que rói os vivos.
  • A carruagem passa pela porta do Red Bank Restaurant e avista Blazes Boylan (“There he is airing his quiff”), e Bloom examina as próprias unhas para disfarçar o ciúme e a vergonha.

Éolo

No capítulo “Éolo” (no redação do jornal “The Freeman’s Journal”), Stephen e Bloom se cruzam pela primeira vez (mas não se reconhecem formalmente), enquanto as “palavras” (os ventos) são sopradas em artigos que transmitem informações erradas, e o próprio jornal é descrito como um “reino dos ventos”.

  • Bloom está no jornal para fechar um anúncio para o sr. Keyes (que quer duas chaves no topo do anúncio), enquanto Stephen chega para entregar uma carta do sr. Deasy sobre a febre aftosa (foot and mouth disease).
  • O editor Myles Crawford discursa sobre um irlandês que salvou a vida do imperador na Viena (“An Irishman saved his life on the ramparts of Vienna”), e pergunta sobre a assinatura da carta.
  • Stephen está visivelmente cansado e distante, e o professor MacHugh comenta sobre a “história como um pesadelo”.

Lestrigões

No capítulo “Lestrigões” (inspirado nos gigantes canibais), Bloom percorre vários restaurantes de Dublin em busca do almoço, e o estilo de escrita é tão sensorial e focado em comida (cheiros, texturas, gostos) que o leitor sai “lambuzado de torta, gordura, peixe e tudo mais”.

  • Bloom passa pela loja de doces (“Pineapple rock, lemon platt, butter scotch”), pela igreja do Carmo (“Feast of Our Lady of Mount Carmel. Sweet name too: caramel”), e pelo restaurante Burton, onde o fedor da carne o faz quase vomitar (“Stink gripped his trembling breath: pungent meatjuice, slush of greens. See the animals feed”).
  • Ele decide comer no Davy Byrne’s (um “pub moral”), pede um sanduíche de queijo verde e mostarda (“with relish of disgust pungent mustard”), e um copo de vinho da Borgonha, que o leva a uma recordação erótica de Molly em Howth (“Pillowed on my coat she had her hair… Softly she gave me in my mouth the seedcake warm and chewed”).
  • O capítulo termina com a famosa imagem das moscas (“Stuck on the pane two flies buzzed, stuck”), que representam a paralisia da vida em Dublin.

Cila e Caríbdis

No capítulo “Cila e Caríbdis” (na Biblioteca Nacional), Stephen expõe sua teoria (que ele mesmo não acredita) sobre Shakespeare: de que o fantasma do rei Hamlet é o próprio Shakespeare (interpretando seu papel de pai morto), o príncipe Hamlet é seu filho Hamnet (morto aos onze anos), e a rainha infiel é Ann Hathaway, que o traiu.

  • Stephen argumenta que a prova de sua teoria é o fato de Shakespeare ter deixado para Ann a “segunda melhor cama” em seu testamento (“Why did he not leave her his best bed if he wished her to snore away the rest of her nights in peace?”), e que a traição (“cuckoldry”) é o tema central de toda a obra shakespeariana.
  • O bibliotecário (como o deus Thoth, o “pássaro-deus coroado de lua”) caminha de um lado para o outro, enquanto Buck Mulligan chega com suas obscenidades e pergunta sobre “Dedalus on Hamlet”.
  • Bloom entra na biblioteca para consultar um anúncio, e os três (Stephen, Bloom e Mulligan) estão juntos pela primeira vez; ao sair, Stephen segue Bloom (“a dark back went before them, step of a pard”), deixando Mulligan para trás.

As Rochas Errantes

O capítulo “As Rochas Errantes” é composto por dezenove pequenas cenas que compõem um retrato panorâmico de Dublin (como um microcosmo do “Finnegans Wake”), onde cada cena re-renderiza um motivo de outros capítulos, e o protagonista é a própria cidade moderna.

  • Buck Mulligan e Haines estão no café D.B.C. (Damn Bad Cakes), onde discutem a fixação de Stephen por visões do inferno (“They drove his wits astray by visions of hell”) e sua incapacidade de ser poeta (“He can never be a poet”).
  • Haines observa que Shakespeare é o “campo de caça feliz de todas as mentes que perderam o equilíbrio”, e que Stephen tem uma “ideia fixa”.
  • O capítulo termina com o folheto “Elijah, skiff, light crumpled throwaway” navegando pelo mar, ecoando o cavalo Throwaway e o profeta Elias.

Sereias

O capítulo “Sereias” (escrito em estilo musical, com aberturas, temas e recapitulações) mostra Bloom no bar do Hotel Ormond (onde as sereias são as garçonetes), enquanto no salão ao lado Simon Dedalus (pai de Stephen) canta a antiga canção de amor “Love’s Old Sweet Song”, e Bloom sabe que Blazes Boylan está neste momento em sua casa com Molly.

  • O capítulo é pontuado por onomatopeias de instrumentos (“Jingle”, “Knock”, “Tap”, “Tup”), e Bloom enrola e desenrola um barbante em seus dedos enquanto a música toca, numa metáfora do controle e da tensão sexual.
  • As palavras de uma carta de Martha (“What perfume does your wife use? I want to know”) se misturam com a letra da canção (“When first I saw that form endearing”), e Bloom imagina a cena de Molly com Boylan (“Flood of warm jajamik licitup secretness flowed to flow in music out, in desire, dark to lick flow invading”).
  • O capítulo termina com o som de “Tup” (o coice de Boylan) e o “Pprrpffrppff” de um flatulência, encerrando o tema da música.

Ciclope

No capítulo “Ciclope” (no pub Barney Kiernan), um narrador anônimo (um “valentão irlandês”) conta a história em um estilo coloquial e violento, interrompido por gigantescas digressões em estilos elevados (épico irlandês, jornalístico, bíblico), enquanto o nacionalista “cidadão” (um olho só, a política) provoca Bloom, que declara que o amor (“Love”) é o oposto do ódio e a verdadeira vida.

  • O cidadão (Ciclope) é descrito como um gigante sentado em uma “grande pedra” (na verdade, um banco de madeira) dentro do pub, com olhos do tamanho de uma couve-flor, e seu cão Garryowen (que “recita” um poema amaldiçoando o dono do bar) é um poeta.
  • Bloom argumenta que a perseguição (“Persecution”) está cheia na história, que a nação é “o mesmo povo vivendo no mesmo lugar” (ou “em lugares diferentes”), e que ele pertence a uma raça “odiada e perseguida” (os judeus), sendo que o Salvador (Cristo) era judeu como ele (“Your God was a jew. Christ was a jew like me”).
  • O cidadão joga uma lata de biscoitos (biscuitbox) na carruagem de Bloom que foge, e o narrador descreve o impacto como um terremoto de 11 choques de grau 5 na escala de Mercalli, com destroços sendo encontrados na Calçada dos Gigantes e na Baía de Holeopen.
  • A versão bíblica do final apresenta “ben Bloom Elijah” ascendendo ao céu em uma carruagem de fogo (“amid clouds of angels ascend to the glory of the brightness at an angle of fortyfive degrees over Donoho’s in Little Green street like a shot off a shovel”).

Nausícaa

O capítulo “Nausícaa” é escrito no estilo de uma revista feminina sentimental (para adolescentes) e mostra Bloom na praia de Sandymount, onde ele observa (e tem um orgasmo) enquanto observa Gerty MacDowell, uma bela jovem coxa que, ao se levantar e ir embora, revela ser manca (“Tight boots? No. She’s lame! O!”), despertando a compaixão de Bloom.

  • A narrativa descreve Gerty como “a fair a specimen of winsome Irish girlhood”, com cabelos castanhos, olhos azuis, rosto de cera pálida, “rosebud mouth”, e um “refinamento inato” (embora seja pobre), e ela está sentada com duas amigas (Cissy Caffrey e Edy Boardman) e duas crianças gêmeas.
  • Ao fundo, há um retiro de homens na igreja (“the men’s temperance retreat conducted by the missioner, the reverend John Hughes S. J.”), com cânticos à Virgem Maria, enquanto os fogos de artifício da bazar explodem no céu (“It’s the bazaar fireworks”).
  • Os fogos de artifício coincidem com o orgasmo de Bloom (“a rocket rushes up the sky and bursts”), e depois ele vê Gerty mancando (“limped away”), descobrindo sua deficiência e sentindo pena dela.
  • Bloom percebe que as outras meninas correram (como coelhas, “rossies”) e a deixaram para trás porque ela era manca (“That’s why she’s left on the shelf”), e ele reflete sobre a “jilted beauty” (beleza abandonada).

Bois do Sol

O capítulo “Bois do Sol” (uma das passagens mais difíceis do livro) é escrito em uma série de estilos que ecoam o desenvolvimento da literatura inglesa (do latim arcaico, passando pelo anglo-saxão, Chaucer, Elizabeth, até Dickens e o inglês americano), enquanto a própria história descreve uma difícil gestação e um parto na maternidade de Holles Street.

  • O capítulo começa com um encantamento pagão (“Deshil Holles Eamus. Send us bright one, light one, Horhorn, quickening and wombfruit”) e a frase “Hoopsa boyaboy hoopsa!” (um “Whoops! A boy! A boy!”) que anuncia o nascimento.
  • Bloom vai à maternidade para saber da sra. Purefoy (que está em trabalho de parto há três dias), e encontra Stephen com seus colegas estudantes de medicina, que discutem de forma irreverente e bêbada os mistérios da concepção e do nascimento.
  • No meio do capítulo, um trovão (“A black crack of noise in the street”) ressoa, aterrorizando Stephen (que sempre teve medo de trovões), e Bloom o consola (“spoke to him calming words to slumber his great fear”), um ato de compaixão que começa a unir os dois.
  • O trovão é interpretado como a “voz de Deus” (Vico) que inicia o ciclo civilizatório, e Stephen (embora aterrorizado) se recusa a ceder, dizendo “Non serviam” (não servirei) e bebendo para afogar o medo.
  • Buck Mulligan interrompe a conversa com a frase “Any object, intensely regarded, may be a gate of access to the incorruptible eon of the gods” (qualquer objeto pode ser uma porta de acesso ao eon incorruptível dos deuses), resumindo a teoria estética de Joyce.
  • O anúncio do nascimento (“a happy accouchement”) é dado em estilo Dickensiano (“She had fought the good fight and now she was very very happy”), e a criança é batizada de Mortimer Edward.
  • No final do capítulo, os jovens saem correndo da maternidade em direção aos bordéis de Nighttown (“Change here for Bawdyhouse”), e Bloom, preocupado com Stephen, decide segui-lo para protegê-lo.

Circe: Introdução

O capítulo “Circe” (147 páginas, cerca de um quarto do livro) é escrito em forma de peça de teatro (com didascálias, falas e direções de palco), e se passa em Nighttown (o distrito dos bordéis de Dublin), onde Bloom e Stephen começam a alucinar à medida que seus egos se dissolvem e o inconsciente pessoal (fantasias de culpa, megalomania e sexualidade) emerge.

  • A técnica do capítulo é a da “paralaxe” (o ângulo de correção para medir a distância de uma estrela): Bloom e Stephen fornecem os dois pontos de vista (o de cima e o de baixo) que, quando combinados, revelam o “centro do homem”.
  • Bloom procura um filho (já que Rudy morreu), e Stephen, em sua crise, procura um pai; o número 1132 (32 pés por segundo ao quadrado é a lei da queda dos corpos, e 11 é a idade que Rudy teria) aparece como um leitmotiv, ecoando Romanos 11:32 (“Deus consignou todos os homens à desobediência para poder mostrar sua misericórdia a todos”).
  • A fantasia de Bloom começa com ele sendo saudado como “Lord Mayor” e “Leopold the First”, e depois ele se transforma em uma figura andrógina (Tirésias), declara “O, I so want to be a mother”, e dá à luz oito filhos (crianças amarelas e brancas) que se tornam executivos de bancos.

Nighttown

Em Nighttown, enquanto Stephen vagueia entoando o “Vidi aquam” (a missa da Páscoa), Bloom o segue e começa a alucinar julgamentos (mulheres o acusam de enviar cartas obscenas) e punições (a cafetina Bella Cohen se transforma em um homem, “Bello”, que o domina e o transforma em um porco fêmea), até que Stephen, bêbado e desorientado, tem uma visão de sua mãe morta (com um caranguejo verde com olhos vermelhos cravado em seu coração) e esmaga um lustre com sua bengala.

  • As prostitutas Zoe (zoologia), Florry (botânica) e Kitty (mineralogia) representam os três reinos da natureza, e a cafetina Bella Cohen (Cohen é o nome de um sacerdote judeu) é a “mãe superiora” (mother superior) do bordel.
  • Na alucinação de Bloom, Bella se transforma em “Bello” (um homem de voz de barítono com bigodes), que o chama de “Hound of dishonour”, “Adorer of the adulterous rump” e “Dungdevourer”, e Bloom se ajoelha para amarrar seu sapato, gemendo “Truffles!” (como um porco farejando trufas).
  • O deus Mananaan MacLir aparece (com uma bomba de bicicleta na mão direita, símbolo do sopro da vida, e um lagostim na mão esquerda, símbolo do câncer/morte), entoando palavras sânscritas (“Aum! Hek! Wal! Ak! Lub! Mor! Ma!”) e declarando “I am the light of the homestead! I am the dreamery creamery butter”.
  • Stephen vê sua mãe morta (“the mother”), com bile verde escorrendo de sua boca, que lhe implora para se arrepender (“Repent, Stephen”), enquanto um caranguejo verde (câncer) crava suas garras em seu coração.
  • Stephen grita “Non serviam!” e esmaga o lustre com sua bengala de freixo (ashplant), depois sai correndo do bordel e entra em confronto com dois soldados britânicos (Private Carr e Private Compton).
  • Um soldado dá um soco no rosto de Stephen (“rushes towards Stephen, fist outstretched, and strikes him in the face”), e ele cai desmaiado no chão (“lies prone, his face to the sky”).
  • Bloom protege Stephen da polícia (com a ajuda de Corny Kelleher, um espião), e enquanto Stephen está caído no chão, Bloom tem uma visão de seu filho morto Rudy (um “fairy boy of eleven, a changeling, kidnapped, dressed in an Eton suit with glass shoes”), que lê um livro (da direita para a esquerda) e tem um cordeirinho branco saindo do bolso do colete.
  • A visão de Rudy (que teria onze anos, metade da idade de Stephen) representa o fim da jornada de Bloom e o início de uma nova relação de paternidade espiritual com Stephen.
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