Arnim teve um sentimento estranhamente moderno de sua atividade e destino de poeta, concebendo a arte como um jogo cego, porém eficaz, em que o artista arrisca a própria vida.
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Arnim não confiou apenas ao entusiasmo o acesso à fantasmagoria interior.
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O escritor deve confiar ao que lhe é ditado pelo funcionamento do próprio espírito e da língua, não pelo arrebatamento lírico.
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O poeta cria seres e acontecimentos sem modelo na vida real, ignorando o verdadeiro sentido de seus atos.
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Arnim era tomado de angústia diante da possibilidade de que suas criaturas adquirissem vida autônoma e perigosa.
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Em carta a Brentano, Arnim declarou tomar a poesia muito a sério e dançar sua pequena dança conforme o quer o destino infinito.
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Arnim proclamou que o verdadeiro poeta é um mártir, um eremita que, em celibato voluntário, dedica-se à oração e à mortificação para que os semelhantes conheçam a alegria.
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Ao saber que Tieck havia falado mal dele, Arnim afirmou que os julgamentos são insignificantes e que cada um deve fazer o que lhe é necessário para a própria salvação.