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PENSAMENTO MORFOLÓGICO DE GOETHE
MOLDER, Maria Filomena. O Pensamento Morfológico de Goethe. Lisboa: Imprensa Nacional, 1995.
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Introdução
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A possibilidade de constituição de uma prosa pensativa
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Pensar e escrever. Apresentação.
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A primeira forma de questionação da prosa filosófica: o diálogo platônico.
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O combate tendencial da palavra mimética na prosa pensativa.
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A natureza paradoxal da escrita filosófica: uma fisionomia inédita da morte.
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O diálogo platônico como uma forma de metamorfose, condição do pensar sobre o pensar.
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A prosa enquanto forma originária de manifestação do pensamento em Walter Benjamin. O tema da eliminação do indizível.
A palavra em filosofia e a palavra em poesia.A tradição e o neologismo. A língua materna da filosofia.A separação como condição da escrita filosófica. A vocação do Inseparado. Breves considerações sobre o destino filosófico e o destino poético no tempo presente.A constituição de uma prosa pensativa em Goethe.A morfologia goethiana como projecto de reunião do ofício poético e do ofício teórico.Primeira parte: A fisionomia própria e as condições de exercício do ‘pensamento concreto’-
Mote
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Desenvolvimento
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As férteis perplexidades da Crítica da Faculdade de Julgar.
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A versão goethiana da faculdade de julgar: o gegenständliches Denken.
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Convicções orientadoras do ‘pensamento concreto’: a plasticidade do espírito e a intencionalidade da natureza.
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O problema e o problemático.
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A teoria dos modos de representação: a) condição que orienta a escolha do campo de objectos; b) método adequado ao campo de objectos; c) ponto particular de onde se olha para esse campo; d) interpretação geral orientadora.
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Confluência das questões cognitivas relativas ao problema, ao problemático e aos modos de representação.
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A disposição simbólica da razão. Os princípios de polaridade e intensificação.
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Apresentação histórica da investigação: supostos teóricos e aporias centrais.
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A temporalidade própria do acto de conhecer. Uma concepção original da história: categorial e a priori.
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Passagem à análise do projecto morfológico de Goethe.
Segunda Parte: Arquétipos perceptivos e arquétipos de linguagem inerentes ao ‘pensamento concreto’: estabelecimento do projecto morfológico como teoria das passagens e teoria da tradução-
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Desenvolvimento
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O projecto da metamorfose das plantas. Constituição de uma linguagem teórica como processo de simbolismo.
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Intuição e dedução. Urpflanze e Typus.
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O grande empreendimento da ordenação. O método comparativo. Ao encontro do símbolo: a visão sinóptica.
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Reformulação essencial da ideia de metamorfose. O artista como o continuador prometido do projecto da metamorfose.
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Os pares mesmo/outro, ser/devir constitutivos do processo da metamorfose (os conceitos de Werdend e de enteléquia) e do acto cognitivo (o conceito de correlato).
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Sinopse dos pontos anteriores e passagem à apresentação da morfologia como a ciência em sentido goethiano.
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O projecto morfológico: um esquematismo da natureza e da arte. A morfologia como ciência da faculdade de julgar.
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A morfologia é um projecto interior, exterior ou marginal à ciência dominante? A necessidade de um retorno a Goethe.
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A Teoria das cores como instanciação exemplar das questões cognitivas. O símbolo como uma forma de tradução.
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O conceito de teoria em Goethe: uma empírea subtil. Os limites do movimento de conversão na coisa: um cepticismo activo, uma confiança condicionada.
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Filosofia da natureza e teoria do conhecimento pela mediação da teoria das cores: uma teoria geral da manifestação. Trazer em mim o mundo por antecipação.
Terceira parte — Os graus do aparecer e os graus da contemplação: um esquematismo da natureza e da arte-
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Desenvolvimento
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Inquérito sobre o estatuto dos conceitos sensíveis e dos seus esquemas em Kant para compreender as imagens originárias em Goethe: acordo entre a gênese da imagem e o ritmo formativo natural.
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A co-naturalidade da actividade cognitiva à actividade estética (base do pensamento morfológico de Goethe) como condição de esclarecimento do monograma da pura imaginação a priori.
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Aparecer, ser e significação. O Urphänomen como o problemático em todo o seu esplendor: o limite da manifestação e a proximidade do Inseparado. Urphänomen e símbolo.
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Aparecer, ocultação e ponto de vista. Simbolizar: um procedimento poético no cerne do acto cognitivo. Símbolo como ponto de fuga de um projecto plástico da natureza e do homem.
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Ideia, conceito, símbolo. Urphänomen. O carácter-limite da experiência estética. Símbolo e alegoria: revisitação da relação entre ideia e conceito. Ideia e cessação do movimento simbólico. Conceito e processo de conceptualização.
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Imagem, esquema, imagem originária, conceito, ideia: síntese das suas relações. Ensaio de classificação dos universais a partir da tensão e da suspensão da tensão entre uno e múltiplo. Estabelecimento dos contornos próprios das escolhas filosóficas através da diferença entre conceito e ideia, e pelo valor da imagem, sobretudo na sua figura originária.
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Símbolo e tradução: uma forma de sentimentalidade. Objecto e afeiçoamento do objecto. A arte é a verdadeira mediadora. Metamorfose, intensificação, ideia e Urphänomen: resolução das suas relações no quadro da manifestação bela. Imitação, maneira, estilo: um esquematismo da natureza e da arte. Poesia de circunstância e pensamento concreto.
ConclusãoBibliografia
Extratos e Resumos
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