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        <title>LITTERATURA - guimaraes-rosa</title>
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        <title>LITTERATURA</title>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Guimarães Rosa (GSV) – alma não é vendível</title>
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        <description>Guimarães Rosa (GSV) – alma não é vendível

Agora, bem: não queria tocar nisso mais — de o Tinhoso; chega. Mas tem um porém: pergunto: o senhor acredita, acha fio de verdade nessa parlanda, de com o demônio se poder tratar pacto? Não, não é não? Sei que não há. Falava das favas. Mas gosto de toda boa confirmação. Vender sua própria almaâ€¦ Invencionice falsa! E, alma, o que é? Alma tem de ser coisa interna supremada, muito mais do de dentro, e é só, do que um se pensa: ah, alma absoluta! Decisão…</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Guimarães Rosa (GSV) – amor destino dado</title>
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        <description>Guimarães Rosa (GSV) – amor destino dado

Para que referir tudo no narrar, por menos e menor? Aquele encontro nosso se deu sem o razoável comum, sobrefalseado, como do que só em jornal e livro é que se lê. Mesmo o que estou contando, depois é que eu pude reunir relembrado e verdadeiramente entendido — porque, enquanto coisa assim se ata, a gente sente mais é o que o corpo a próprio é: coração bem batendo. Do que o que: o real roda e põe diante. — “Essas são as horas da gente. As outras, de todo …</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Guimarães Rosa: correspondência com tradutor italiano</title>
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        <description>Guimarães Rosa: correspondência com tradutor italiano

Primeiro, precisarei de tagarelar também um pouco sobre o livro, as outras novelas. Quero afirmar a Você que, quando escrevi, não foi partindo de pressupostos intelectualizantes, nem cumprindo nenhum planejamento cerebrino’ cerebral deliberado. Ao contrário, tudo, ou quase tudo, foi efervescência de caos, trabalho quase</description>
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        <title>Guimarães Rosa: entrevista a crítico alemão</title>
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        <description>Guimarães Rosa: entrevista a crítico alemão

Excertos da entrevista de Guimarães Rosa a Günter Lorenz, constante da Introdução de Eduardo F. Coutinho da Obra Completa I, p. xxxi-lxv.

JGR: Escrever é um processo químico; o escritor deve ser um alquimista. Naturalmente, pode explodir no ar. A alquimia do escrever precisa de sangue do coração. Não estão certos, quando me comparam com</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Guimarães Rosa (GSV) – Excertos</title>
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        <description>Guimarães Rosa (GSV) – Excertos

E nisto, que conto ao senhor, se vê o sertão do mundo. Que Deus existe, sim, devagarinho, depressa. Ele existe — mas quase só por intermédio da ação das pessoas: de bons e maus. Coisas imensas no mundo. O grande-sertão é a forte arma. Deus é um gatilho?</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Gilvan Fogel – estórias (Guimarães Rosa)</title>
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        <description>Gilvan Fogel – estórias (Guimarães Rosa)

Homem, Realidade, Interpretação

8. João Guimarães Rosa nos legou Sagarana, algo grande e à maneira de saga, isto é, grande e à maneira de lógos, a forma dizedora, mostradora – o sentido antecipador-instaurador. Este mesmo Rosa, para dizer história, no sentido grande e imediato de dar-se, acontecer, fala, em algum lugar, de acontecências. Grande, que se vem usando acima, não quer dizer de tamanho maior, nada enorme quantitativa e mensuravelmente, nada ‘g…</description>
    </item>
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        <title>Guimarães Rosa (GSV) – O grande-sertão é a forte arma</title>
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        <description>Guimarães Rosa (GSV) – O grande-sertão é a forte arma

E nisto, que conto ao senhor, se vê o sertão do mundo. Que Deus existe, sim, devagarinho, depressa. Ele existe — mas quase só por intermédio da ação das pessoas: de bons e maus. Coisas imensas no mundo. O grande-sertão é a forte arma. Deus é um gatilho?</description>
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        <title>Guimarães Rosa (GSV) – obedecer do amor</title>
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        <description>Guimarães Rosa (GSV) – obedecer do amor

O nome de Diadorim, que eu tinha falado, permaneceu em mim. Me abracei com ele. Mel se sente é todo lambente — “Diadorim, meu amorâ€¦” Como era que eu podia dizer aquilo? Explico ao senhor: como se drede fosse para eu não ter vergonha maior, o pensamento dele que em mim escorreu figurava diferente, um Diadorim assim meio singular, por fantasma, apartado completo do viver comum, desmisturado de todos, de todas as outras pessoas — como quando a chuva entre-…</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Guimarães Rosa (GSV) – Paciência de velho tem muito valor</title>
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        <description>Guimarães Rosa (GSV) – Paciência de velho tem muito valor

Mas, no vir de cimas desse morro, do Tebá — quero dizer: Morro dos Ofícios — redescendo, demos com o velho, na porta da choupã dele mesmo. Homem no sistema de quase-dôido, que falava no tempo do Bom Imperador. Baiano, barba de piassaba; goiano-baiano. O pobre, que não tinha as três espigas de milho em seu paiol. Meio sarará. A barba, de capinzal sujo; e os cabelos dele eram uma ventania. Perguntei uma coisa, que ele não caprichou de ente…</description>
    </item>
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        <title>Guimarães Rosa (GSV) – o real no meio da travessia</title>
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        <description>Guimarães Rosa (GSV) – o real no meio da travessia

Por que era que eu estava procedendo à-tôa assim? Senhor, sei? O senhor vá pondo seu perceber. A gente vive repetido, o repetido, e, escorregável, num mim minuto, já está empurrado noutro galho. Acertasse eu com o que depois sabendo fiquei, para de lá de tantos assombrosâ€¦ Um está sempre no escuro, só no último derradeiro é que clareiam a sala. Digo: o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia. Me…</description>
    </item>
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        <title>Guimarães Rosa (GSV) – Rebulir com o sertão, como dono?</title>
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        <description>Guimarães Rosa (GSV) – Rebulir com o sertão, como dono?

Rebulir com o sertão, como dono? Mas o sertão era para, aos poucos e poucos, se ir obedecendo a ele; não era para à força se compor. Todos que malmontam no sertão só alcançam de reger em rédea por uns trechos; que sorrateiro o sertão vai virando tigre debaixo da sela. Eu sabia, eu via. Eu disse: nãozão! Me desinduzi.</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Guimarães Rosa (GSV) – O senhor vê aonde é o sertão?</title>
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        <description>Guimarães Rosa (GSV) – O senhor vê aonde é o sertão?

O senhor nonada conhece de mim; sabe o muito ou o pouco? O Urucúia é ázigoâ€¦ Vida vencida de um, caminhos todos para trás, é história que instrui vida do senhor, algum? O senhor enche uma cadernetaâ€¦ O senhor vê aonde é o sertão? Beira dele, meio dele?â€¦ Tudo sai é mesmo de escuros buracos, tirante o que vem do Céu. Eu sei.</description>
    </item>
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        <title>Guimarães Rosa (GSV): Sertão que se alteia e se abaixa</title>
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        <description>Guimarães Rosa (GSV): Sertão que se alteia e se abaixa

E piorou um tico o tempo, em Minas entramos, serra-acima, com os cavalos esticados. Aí o truvisco; e buzegava. O ladeirão, ruim rampa, mas pegamos a ponta da chapada. Foi ver, que com o vento nas orêlhas, o vento que não varêia de músicas. Tudo consabia bem, isto sim, digo; no remedido do trivial, espaço de chuva, a gente em avanço por esses tabuleiros: fazia rio, por debaixo, entre as pernas de meu cavalo. Sertão velho de idades. Porque — …</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Guimarães Rosa</title>
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        <description>Guimarães Rosa

Esta vida está cheia de ocultos caminhos. Se o senhor souber, sabe; não sabendo, não me entenderá. Ao que, por outra, ainda um exemplo lhe dou. O que há, que se diz e se faz — que qualquer um vira brabo corajoso, se puder comer cru o coração de uma onça pintada. É, mas, a onça, a pessoa mesma é quem carece de matar; mas matar à mão curta, a ponta de faca! Pois, então, por aí se vê, eu já vi: um sujeito medroso, que tem muito medo natural de onça, mas que tanto quer se transformar…</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Guimarães Rosa (Tutaméia) – a estória não quer ser história</title>
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        <description>Guimarães Rosa (Tutaméia) – a estória não quer ser história

A estória não quer ser história. A estória, em rigor, de­­ve ser contra a História. A estória, às vezes, quer-se um pouco parecida à anedota.

A anedota, pela etimologia e para a finalidade, requer fechado ine­di­­tismo. Uma anedota é como um fósforo: riscado, deflagrada, foi-se a ser­ventia. Mas sirva talvez ainda a outro emprego a já usada, qual mão de indução ou por exemplo instrumento de análise, nos tratos da poesia e da transcend…</description>
    </item>
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        <title>Varela – O mundo rosiano</title>
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        <description>Varela – O mundo rosiano

O mundo rosiano é, de fato, um mundo de como se, de faz de conta, o regresso pensado à desordem ordenadora do mito e da natureza, na sua lógica sensível, na sua linguagem carnal, na sua hybris caudalosa e espontânea. Homem do sertão [^Rosa, Guimarães. Entrevista a Günter Lorenz, p. 65.], como ele próprio se deixa denominar,</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>Varela – obras do heterologos rosiano</title>
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        <description>Varela – obras do heterologos rosiano

[...] seja Grande sertão: veredas, seja Tutaméia, culminando no conto A terceira margem do rio de Primeiras estórias, sobremaneira expressivo do pensamento de Guimarães Rosa e do heterologos em geral. Enquanto Grande sertão nos sugere a imensidão da terra brasileira, o sertão-macrocosmos, “lugar de latifúndios e epopéias”, como diz Gilberto Mendonça Teles, Tutaméia é “uma espécie de ‘grande sertão’ fracionado em pequenas narrativas”, o microcosmos onde deco…</description>
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