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        <title>LITTERATURA</title>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>AVATARES DOS ESPÍRITOS ELEMENTARES</title>
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        <description>AVATARES DOS ESPÍRITOS ELEMENTARES

GONTHIER-LOUIS FINK
A história de Melusina é muito antiga, com a primeira versão conhecida escrita em latim por volta de 1210 por Gervais de Tilbury, girando em torno do duplo motivo do casamento entre um cavaleiro e um espírito e da proibição de ver a esposa nua, cuja transgressão transforma a bela em serpente — variante do conto de Amor e Psiquê e de A Bela e a Fera, com a diferença de que é a mulher que ocupa o papel do ser mítico.</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>CHEQUE OU LIBERAÇÃO</title>
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        <description>CHEQUE OU LIBERAÇÃO

GONTHIER-LOUIS FINK
O projeto de Melusina quase fracassa por um detalhe retórico: ao chamar o herói de “honesto cavaleiro”, ela provoca ceticismo num homem que sabe não ter nascido nobre.O herói passa a considerar todo o relato mítico uma fabulação inventada para zombar dele.</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>MELUSINA, UM CONTO MORAL?</title>
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        <description>MELUSINA, UM CONTO MORAL?

GONTHIER-LOUIS FINK
Ao inserir A Nova Melusina em Anos de Viagem de Wilhelm Meister, Goethe lhe deu uma dupla introdução: além da do próprio narrador, o início do 6º capítulo e boa parte do 3º livro, dedicado à sociedade dos emigrantes da qual faz parte o Barbeiro, fornecem o quadro moral do relato.</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>ESTRATÉGIA SECRETA DE MELUSINA</title>
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        <description>ESTRATÉGIA SECRETA DE MELUSINA

GONTHIER-LOUIS FINK
A revelação da natureza de Melusina era estruturalmente inevitável no gênero do conto, mas Goethe a atrasa e a coloca sob o signo do adeus e do elogio da própria raça.Rémond havia transgredido a interdição, tornando obrigatória a explicação ao leitor sobre o segredo do sábado.</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>DESMISTIFICAÇÃO DOS TAUMATURGOS E DOS REVOLUCIONÁRIOS</title>
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        <description>DESMISTIFICAÇÃO DOS TAUMATURGOS E DOS REVOLUCIONÁRIOS

FAIVRE, Antoine (org.). Cahiers de l’Hermétisme – Goethe. Paris: A. Michel, 1980.
Desde 1781, Goethe se mostrava chocado com a duplicidade dos taumaturgos modernos que exploravam a credulidade alheia, e foi a Revolução Francesa que o levou a desmascarar as imposturas na peça Le Grand Cophte, inspirada no caso do colar da Rainha.</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>GOETHE E A TRADIÇÃO HERMÉTICA</title>
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        <description>GOETHE E A TRADIÇÃO HERMÉTICA

FAIVRE, Antoine (org.). Cahiers de l’Hermétisme – Goethe. Paris: A. Michel, 1980.
Após a crise de Leipzig de 1768, Goethe foi iniciado na tradição hermética pelo Dr. J.F. Metz, tornando-se familiarizado com os grandes autores do ocultismo e com questões de unidade profunda, analogia entre microcosmo e macrocosmo, e inserção do indivíduo no destino espiritual do mundo.</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>MÄRCHEN</title>
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        <description>MÄRCHEN

FAIVRE, Antoine (org.). Cahiers de l’Hermétisme – Goethe. Paris: A. Michel, 1980.
Ao passar do plano do indivíduo ao da sociedade, Goethe mudava de linguagem, optando pelo conto simbólico para tratar veladamente o problema político resultante da Revolução Francesa, mostrando como a sociedade podia resolver a crise e como o Estado devia ser renovado, sem suscitar as tomadas de posição apaixonadas que um tratamento direto do tema inevitavelmente provocaria.</description>
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        <title>GONTHIER-LOUIS FINK</title>
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        <description>GONTHIER-LOUIS FINK

FAIVRE, Antoine (org.). Cahiers de l’Hermétisme – Goethe. Paris: A. Michel, 1980.

Gonthier-Louis Fink, autor de uma bela tese sobre o conto maravilhoso (Naissance et apogée du conte merveilleux en Allemagne, Paris, Les Belles Lettres, 1966), apresenta dois artigos sobre A Serpente Verde. Em um deles, ele faz um balanço de uma crítica obcecada há quase dois séculos por esse relato enigmático; no outro, ele se empenha em distinguir a parte do esoterismo tradicional e a do her…</description>
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