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        <title>LITTERATURA</title>
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        <title>DANTE E SWEDENBORG</title>
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        <description>DANTE E SWEDENBORG

ROWLANDSON, William. Borges, Swedenborg and Mysticism. Oxford: Peter Lang AG, Internationaler Verlag der Wissenschaften, 2013.
Borges subverte distinções de gênero entre realismo e fantasia, declarando em entrevistas, prólogos e ensaios que a literatura apela à imaginação, que a história é memória e que a experiência literária é tão real quanto qualquer outra experiência.</description>
    </item>
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        <title>DURAÇÃO DO INFERNO</title>
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        <description>DURAÇÃO DO INFERNO

Jorge Luis Borges — DISCUSSÃO. Tradução em português de Claudio Fornari
A especulação sobre o Inferno torna-se exaustiva com o passar dos anos devido ao declínio da eficácia das metáforas sensíveis e do entusiasmo literário, percurso que se estende desde as descrições de Tertuliano sobre o tribunal de Cristo e a menção a Midas, passando pela obra de</description>
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        <title>EMERSON</title>
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        <description>EMERSON

ROWLANDSON, William. Borges, Swedenborg and Mysticism. Oxford: Peter Lang AG, Internationaler Verlag der Wissenschaften, 2013.
Emerson figura como presença constante e decisiva na obra de Borges, sendo referenciado em ensaios, entrevistas, contos e poemas, com destaque para a tradução de Representative Men e para a centralidade do conceito emersoniano do Um Livro em que todos os livros estão escritos.</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>ETERNIDADE EM PLOTINO</title>
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        <description>ETERNIDADE EM PLOTINO

Jorge Luis Borges — HISTÓRIA DA ETERNIDADE. Tradução em português de Carmen Cirne Lima
A investigação da natureza do tempo exige o conhecimento prévio da eternidade como seu arquétipo, conceito definido no Timeu de Platão como uma imagem móvel e discutido nas Enéadas de Plotino como o modelo necessário para a compreensão do fluxo temporal.</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>OBRA DE MEYRINK</title>
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        <description>OBRA DE MEYRINK

Em Genebra, por volta de 1916, sob a influência das obras vulcânicas de Carlyle, empreendi sozinho o estudo da língua alemã. Meu conhecimento prévio resumia-se a algumas declinações e conjugações. Consegui um pequeno dicionário inglês-alemão e ataquei, com uma temeridade que não parou de me surpreender, as páginas do</description>
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        <title>MISTICISMO?</title>
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        <description>MISTICISMO?

ROWLANDSON, William. Borges, Swedenborg and Mysticism. Oxford: Peter Lang AG, Internationaler Verlag der Wissenschaften, 2013.
Borges negou repetidamente ser místico, afirmando que usou idealismos, solipsismos e doutrinas da cabala apenas para explorar suas possibilidades literárias, ao mesmo tempo que admitiu ter vivenciado dois estados místicos — um sentimento de viver fora do tempo, assombroso e inexprimível.</description>
    </item>
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        <title>Borges</title>
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        <description>Borges

Jorge Luis Borges (1899-1986)
A recepção intelectual de Swedenborg por Borges, orientada pela perspectiva inicial de Ralph Waldo Emerson, estabelece a figura do visionário sueco como um místico de complexidade singular cujas incursões pelo domínio do extracorpóreo representam uma exploração intelectual rigorosa do outro mundo.</description>
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        <title>SWEDENBORG</title>
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        <description>SWEDENBORG

ROWLANDSON, William. Borges, Swedenborg and Mysticism. Oxford: Peter Lang AG, Internationaler Verlag der Wissenschaften, 2013.
A presença de Emanuel Swedenborg na produção literária de Jorge Luis Borges revela-se uma realidade intelectual mais densa do que a exegese tradicional admite, manifestando-se em uma vasta rede de poemas, ensaios e contos que transcendem as noventa e cinco referências a</description>
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        <title>SOMBRA DE WILLIAM JAMES</title>
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        <description>SOMBRA DE WILLIAM JAMES

ROWLANDSON, William. Borges, Swedenborg and Mysticism. Oxford: Peter Lang AG, Internationaler Verlag der Wissenschaften, 2013.
A questão de Borges como teórico do misticismo é complicada pelo fato de ele próprio recusar o título de investigador ou teólogo, preferindo ser considerado um homem de letras, embora faça afirmações contundentes sobre textos místicos.</description>
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