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        <title>LITTERATURA</title>
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        <title>Blanchot – A &quot;forma&quot; da pesquisa</title>
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        <description>Blanchot – A &quot;forma&quot; da pesquisa

L’Entretien infini

A poesia tem uma forma; o romance tem uma forma; a pesquisa, aquela em que está em jogo o movimento de toda pesquisa, parece ignorar que não tem uma ou, o que é pior, recusa-se a interrogar-se sobre a que toma de empréstimo à tradição.</description>
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        <title>Blanchot – A linguagem da pesquisa</title>
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        <description>Blanchot – A linguagem da pesquisa

L’Entretien infini

Uma das questões que se colocam à linguagem da pesquisa está, portanto, ligada a essa exigência de descontinuidade. Como falar de modo que a palavra seja essencialmente plural? Como pode se afirmar a busca por uma palavra plural, fundada não mais na igualdade e desigualdade, não mais na predominância e subordinação, não na mutualidade recíproca, mas na assimetria e irreversibilidade, de tal forma que, entre duas palavras, uma relação de inf…</description>
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        <title>Blanchot – Nota de abertura a &quot;L’Entretien infini</title>
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        <description>Blanchot – Nota de abertura a &quot;L’Entretien infini

L’Entretien infini

Certamente, ainda se publica, em todos os países e em todas as línguas, livros dos quais uns são considerados obras de crítica ou de reflexão, outros levam o título de romance, outros se dizem poemas. É provável que tais designações durarão, assim como ainda haverá livros, muito tempo depois que o conceito de livro estiver esgotado. No entanto, é preciso primeiro fazer esta observação: desde Mallarmé (para reduzir este a um n…</description>
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        <title>Blanchot – O &quot;desconhecido&quot; na pesquisa</title>
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        <description>Blanchot – O &quot;desconhecido&quot; na pesquisa

L’Entretien infini

Das observações anteriores, retenhamos duas indicações. O desconhecido que está em jogo na pesquisa não é nem objeto nem sujeito. A relação de palavra onde se articula o desconhecido é uma relação de infinitude; donde se segue que a forma em que se realizará essa relação deve de alguma maneira ter um índice de</description>
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        <title>Blanchot</title>
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        <description>Blanchot

Maurice Blanchot

[Maurice Blanchot] é muito mais do que uma testemunha da questão [do ser e do neutro]: como observou Foucault, ele a encarna, ele é essa mesma questão. Por isso, ele é mais do que um ator, entre outros, da modernidade; porque leva ao seu ponto de incandescência uma tentação que é a de toda a época, ele é o lugar onde esta, de alguma forma, se reúne. E onde, consequentemente, ela tende a se reconhecer. Mas esse reconhecimento não está isento de perigo. A obra de Blanch…</description>
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        <title>Zarader – Blanchot: a força do negativo</title>
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        <description>Zarader – Blanchot: a força do negativo

L’être et le neutre: à partir de Maurice Blanchot

§ 2. Premier moment : nuit et négativité

Hegel alcança o status de interlocutor privilegiado no momento em que Blanchot admite uma equivalência, ao menos parcial, entre o que ele nomeia, em sua linguagem metafórica, a noite e o que Hegel chamava de negativo. Reconhece, portanto, nele um pensador que enfrentou a mesma questão que ele, e que a considera central. Mas Hegel representa também, aos olhos de…</description>
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        <title>Zarader – Blanchot: a noite, o fora, o neutro, o desastre</title>
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        <description>Zarader – Blanchot: a noite, o fora, o neutro, o desastre

L’être et le neutre: à partir de Maurice Blanchot

A primeira decisão será submetê-lo  a uma leitura filosófica. Isso supõe, primeiramente, que os vocábulos que usa (principalmente os quatro grandes vocábulos diretores: a noite, o fora, o neutro, o desastre) sejam esclarecidos em sua especificidade, claramente diferenciados de conceitos vizinhos dos quais emprestam alguns de seus traços sem, contudo, se reduzir a eles; única forma de cir…</description>
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        <title>Zarader – Blanchot: a paixão da noite (Faux pas)</title>
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        <description>Zarader – Blanchot: a paixão da noite (Faux pas)

L’être et le neutre: à partir de Maurice Blanchot

Partir-se-á de uma «experiência», tal como ela se apresenta a uma «consciência». É possível que essas palavras — consciência, experiência — se revelem finalmente impróprias, mas ainda não sabemos disso. Damonos a nós mesmos uma consciência em confronto com um mundo, segundo todo o leque de sua experiência, ou seja, exposta a tudo o que pode encontrar. E isolamos uma experiência que nos propomos a…</description>
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        <title>Zarader – Blanchot, doação da &quot;noite</title>
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        <description>Zarader – Blanchot, doação da &quot;noite

L’être et le neutre: à partir de Maurice Blanchot

Em primeiro lugar, procurar-se-á demonstrar como Blanchot consegue assegurar a doação do que ele denomina a «noite». Mais exatamente, procurar-se-á mostrar que é possível assegurar rigorosamente essa doação — mesmo que, se for o caso, complementando as justificativas que ele propõe. O importante é que, ao afirmar o aparecimento da noite,</description>
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        <title>Zarader – Blanchot, uma abordagem fenomenológica</title>
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        <description>Zarader – Blanchot, uma abordagem fenomenológica

L’être et le neutre: à partir de Maurice Blanchot

Para que esta demanda tenha alguma chance de sucesso, é preciso ainda dispor de um método apropriado. Daí a segunda decisão interpretativa: ela consiste em suspender essa avaliação filosófica da obra a um critério estritamente fenomenológico. Convém explicar-se. É evidente que</description>
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