Em uma experiência passada, um evocador de espíritos conduziu um trabalho mágico testemunhado por um conhecido cético.
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O conhecido, que não acreditava em magia mas era fascinado por um romance de Bulwer Lytton, estudava símbolos cabalísticos e duvidava da sobrevivência da alma após a morte.
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O evocador, em uma sala com uma plataforma elevada e uma tábua de quadrados coloridos com números, repetiu uma fórmula de palavras, fazendo a imaginação do narrador se mover por si mesma e trazer imagens vívidas.
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O conhecido, no centro da visão, foi “apagado” pelo evocador, e uma vidente o viu como um homem vestido de preto com um chapéu quadrado, um flamengo do século XVI.
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A história mostrou o homem tentando criar carne por meios químicos, sendo assombrado por espíritos malignos, adoecendo e sendo ajudado por um homem de capuz cônico, que o fez decapitar a imagem que ele havia animado com sua própria vida.
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O conhecido, pálido e apavorado, reconheceu que sempre se vira em sonhos tentando criar um homem por meios semelhantes, e atribuiu sua má saúde àquela experiência passada.