Eu

SIGNORILE, Patricia. Paul Valéry, philosophe de l’art: l’architectonique de sa pensée à la lumière des “Cahiers”. Paris: J. Vrin, 1993.

A CONSTRUÇÃO DO EU E A DIFÍCIL EXPERIÊNCIA DO EXPRIMÍVEL

O Eu nasce de si mesmo, o espírito é feito de uma ordem e de uma necessidade de pôr em ordem, e o Eu e o Je são criadores de sentido.

O SOLIPSISMO VIVIDO

Valéry busca uma notação para o Eu, cujo cifrão não ocorre sem dificuldades, pois a mistura é o espírito, e um espírito não é senão essa mistura da qual a cada instante se desembaraça o Eu.

O EU: UMA CERTA CONSTRUÇÃO OU O EU E SUAS DETERMINAÇÕES

Se o Eu é primeiramente uma tomada de consciência narcísica e depois um ato refletido, o segredo do máximo de conhecimentos não residiria na observação de si.

A MEMÓRIA E A DIFICULDADE DE SIGNIFICAR A EXPERIÊNCIA VIVIDA

Valéry distingue uma memória funcional ou fundamental, e uma memória cronológica ou ordinária.