Consciência

SIGNORILE, Patricia. Paul Valéry, philosophe de l’art: l’architectonique de sa pensée à la lumière des “Cahiers”. Paris: J. Vrin, 1993.

A EXPERIÊNCIA CONSTRUTIVA

A transcrição da experiência corporal só pode ser feita em detrimento do vivido, pela irrupção da consciência de si que age como uma espécie de lacuna ou interrupção em um circuito.

A CONSCIÊNCIA DE SI

Por volta de 1899, Valéry interessou-se pelo corpo segundo uma terminologia vizinha da filosofia empirista e dos ideólogos, definindo a consciência do corpo por uma excitação externa.

A CONSCIÊNCIA COMO REFLEXO E O CORPORAL VIVIDO

Através da experiência mediata do corpo, eleva-se progressivamente a consciência de existir e de se modificar, sendo essa consciência interna do corpo uma maneira de expressar o universo.

O CORPORAL VISTO, OU VER-SE PARA SABER-SE

Valéry escolhe como hipótese de trabalho o “aspecto estranho” do conhecimento do corpo através de sua imagem, com o objetivo de demonstrar, por outra postura, a construção de si.

OUTREM: UMA DIMENSÃO PLÁSTICA

O corpo visível e móvel, que é alternadamente sensível e coisa, faz surgir uma verdadeira estratificação da entidade corporal.