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Inquérito sobre o estatuto dos conceitos sensíveis e dos seus esquemas em Kant para compreender as imagens originárias em
Goethe: acordo entre a gênese da imagem e o ritmo formativo natural.
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A co-naturalidade da actividade cognitiva à actividade estética (base do pensamento morfológico de
Goethe) como condição de esclarecimento do monograma da pura imaginação a priori.
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Aparecer, ser e significação. O Urphänomen como o problemático em todo o seu esplendor: o limite da manifestação e a proximidade do Inseparado. Urphänomen e símbolo.
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Aparecer, ocultação e ponto de vista. Simbolizar: um procedimento poético no cerne do acto cognitivo. Símbolo como ponto de fuga de um projecto plástico da natureza e do homem.
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Ideia, conceito, símbolo. Urphänomen. O carácter-limite da experiência estética. Símbolo e alegoria: revisitação da relação entre ideia e conceito. Ideia e cessação do movimento simbólico. Conceito e processo de conceptualização.
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Imagem, esquema, imagem originária, conceito, ideia: síntese das suas relações. Ensaio de classificação dos universais a partir da tensão e da suspensão da tensão entre uno e múltiplo. Estabelecimento dos contornos próprios das escolhas filosóficas através da diferença entre conceito e ideia, e pelo valor da imagem, sobretudo na sua figura originária.
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Símbolo e tradução: uma forma de sentimentalidade. Objecto e afeiçoamento do objecto. A arte é a verdadeira mediadora. Metamorfose, intensificação, ideia e Urphänomen: resolução das suas relações no quadro da manifestação bela. Imitação, maneira, estilo: um esquematismo da natureza e da arte. Poesia de circunstância e pensamento concreto.