O prólogo é concebido no espírito da Teodiceia de Leibniz: o pecado não é mais do que o erro de que todo o esforço humano permanece necessariamente marcado, e quando
Fausto representa o gênero humano no seu conjunto, a clareza prevalece contra a sombra; mas quando se vê nele não o herói de uma humanidade diversificada ao infinito, mas uma pessoa cuja poderosa individualidade agrava a singularidade, a realidade do Mal ressurge com uma evidência terrível.