A polissemia do nome Quixote, que também significa coxa e está associada à profecia no Zohar, juntamente com a decomposição de Toboso nas raízes hebraicas *tob* e *oso*, sugerem que Dulcineia representa a doçura ou o tuétano contido no bom osso; essa metáfora do dom celestial, analisada por Hermann Iventosch a partir das Geórgicas de Virgilio e da obra de Antonio de Lofrasso, culmina na alegoria do cão filosófico de Platão descrita por
Rabelais no prólogo de Gargântua, onde a extração da medula óssea simboliza o acesso à verdade substancial e ao alimento perfeito defendido por Galeno.