As críticas ao platonismo enfocam a mistura de termos genéricos e abstratos, embora a primazia do tipo sobre o indivíduo seja validada pela intensidade de conceitos como o pampa ou pelas paixões descritas em narrativas de Badrbasim, Sharimã, Ibraim e Jamila nas Mil e uma noites.
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As anomalias das criaturas do tempo repetidas nos arquétipos, como a relação entre a leonidade e traços de soberba.
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A observação de que o genérico pode manifestar maior intensidade do que o concreto na experiência humana.
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O tema tradicional das Mil e uma noites em que a descrição típica de uma rainha gera paixão absoluta até a morte.
O inventário da eternidade de Plotino inclui virtudes, números e movimentos harmônicos, excluindo as patologias da matéria e formas individuais como a de Sócrates em favor de arquétipos primordiais como o ser e a quietude.
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A inclusão da justiça e da música como harmonia e ritmo no mundo eterno.
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A exclusão de artes temporais como a estratégia, a retórica e a medicina do domínio arquetípico.
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A hierarquia ascendente que situa a diferença, a igualdade, o movimento, a quietude e o ser como os fundamentos mais antigos da eternidade.